Autor: Moacir Alves

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Sou Moacir Alves, redator e criador de conteúdo digital. Desde 2021, atuo na produção de conteúdos voltados a renda online, negócios digitais e tecnologia, com foco em informação prática e acessível. Meu trabalho é transformar temas complexos em conteúdos claros, confiáveis e úteis, ajudando leitores a entender o universo digital e identificar oportunidades reais de crescimento financeiro e profissional.

Em meio à valorização do petróleo no mercado internacional, as companhias do setor lideravam os ganhos do Ibovespa na manhã desta sexta-feira, 15 de maio de 2026. A liquidez reduzida pelo vencimento de opções e o aumento da aversão a risco, tanto no exterior quanto no país, não impediram o avanço dos papéis. Desempenho das ações às 12h20 Brava Energia (BRAV3) apresentava a maior alta do índice, subindo 2,36%, a R$ 18,62. Petrobras também figurava entre os destaques. Os papéis ordinários PETR3 ganhavam 1,44%, a R$ 50,09, enquanto as preferenciais PETR4 avançavam 0,82%, a R$ 45,37. PETR4 era o ativo…

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O Nubank (NYSE: NU; BDR: ROXO34) divulgou, em 15 de maio, lucro de US$ 871 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 41% em relação ao mesmo período do ano anterior, mas abaixo dos US$ 980 milhões esperados pelo mercado. A inadimplência subiu de 4,1% para 5% na comparação trimestral, levando o banco digital a reforçar provisões para perdas em 38% sobre o trimestre anterior – cifra cerca de 30% acima das estimativas dos analistas. No after-market em Nova York, os papéis chegaram a recuar 10%. No pregão seguinte, caíam 6,38%, cotados a US$ 12,10, menor patamar desde maio…

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Os principais índices acionários da Europa fecharam em queda acentuada nesta sexta-feira, 15 de maio de 2026, pressionados pela ausência de avanços concretos nas tratativas entre Estados Unidos e China e pelo aumento das preocupações com o conflito envolvendo o Irã. O Stoxx 600, referência pan-europeia, caiu 1,48%, terminando a sessão aos 606,92 pontos. Desempenho dos principais mercados Entre as principais praças do continente: DAX (Frankfurt): –2,07%, a 23.950,57 pontos; CAC 40 (Paris): –1,60%, a 7.952,55 pontos; FTSE 100 (Londres): –1,71%, a 10.195,37 pontos. Motivos para a aversão ao risco Investidores reagiram à frustração com o encontro entre o presidente dos EUA,…

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São Paulo, 15 de maio de 2026 – Os contratos de ouro e prata registraram forte desvalorização nesta sexta-feira (15) na bolsa de Nova York, reflexo da ausência de avanços nas negociações entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping. Na Comex, divisão de metais da Nymex, o ouro para entrega em junho perdeu 2,63%, encerrando a sessão a US$ 4.561,9 por onça-troy. O contrato de prata para julho cedeu 9,12%, fechando a US$ 77,547 por onça-troy. Desempenho semanal No acumulado da semana, o ouro recuou 0,6%, enquanto a prata caiu 4,1%. Fatores de pressão…

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O mercado brasileiro encerrou a semana sob a influência dos balanços do primeiro trimestre de 2026 das construtoras Helbor (HBOR3), Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3) e Gafisa (GFSA3), que vieram abaixo das projeções dos analistas e frustraram os investidores nesta sexta-feira (15). Em entrevista ao programa Giro do Mercado, o analista Caio Araujo, da Empiricus Research, afirmou que os números das quatro empresas “ficaram aquém do consenso”, refletindo a combinação de menores vendas e pressão sobre as margens, sobretudo nos segmentos de média e alta renda. Juros altos pesam nos lançamentos de padrão médio e alto Segundo Araujo, os últimos dois…

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Os contratos futuros de petróleo encerraram a sessão desta sexta-feira (14) em alta, aproximando-se novamente da marca de US$ 110 o barril. A valorização ocorreu em meio a novos sinais de escalada no conflito com o Irã e ao impasse diplomático entre Estados Unidos e China. No mercado internacional, o Brent para entrega em julho avançou 3,35%, fechando a US$ 109,26 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Já o West Texas Intermediate (WTI) para o mesmo mês subiu 4,23%, para US$ 101,02 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na comparação semanal, o Brent acumulou ganho de…

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São Paulo, 15 de maio de 2026 – O dólar à vista encerrou a sessão desta sexta-feira cotado a R$ 5,0678, avanço de 1,63% em relação ao dia anterior. Pela manhã, a divisa marcou R$ 5,0818, maior nível intradiário em quase um mês. Com o resultado, a moeda norte-americana acumulou valorização de 3,55% na semana frente ao real. No exterior, o índice DXY – que compara o dólar com seis pares importantes – subia 0,47% às 17h (de Brasília), aos 99,292 pontos. Cenário interno: “risco Flávio” pesa No mercado local, investidores voltaram a precificar o risco eleitoral após novas revelações…

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O Ibovespa encerrou a sexta-feira, 15 de maio de 2026, em baixa de 0,61%, aos 177.283,83 pontos, em meio à combinação de vencimento de opções na B3, cautela externa e aumento do chamado “risco Flávio”, ligado à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No acumulado da semana, o principal índice da bolsa brasileira perdeu 3,71%. No câmbio, o dólar à vista subiu 1,63% e fechou a R$ 5,0678, acumulando valorização de 3,55% frente ao real nos últimos cinco pregões. Cenário político pesa Investidores seguiram atentos às repercussões das conversas entre Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso pela Polícia…

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Os principais índices de Nova York encerraram o pregão desta sexta-feira (15) em forte baixa, pressionados pela falta de avanços na reunião entre Estados Unidos e China e pela disparada dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano. Fechamento dos índices Dow Jones: –1,07%, aos 49.526,11 pontos; S&P 500: –1,24%, aos 7.408,50 pontos; Nasdaq: –1,54%, aos 26.225,14 pontos. Negociações contraditórias Investidores reagiram à frustração gerada pelas declarações divergentes após a cúpula entre o presidente norte-americano Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping. Trump afirmou que Pequim apoiaria restrições nucleares ao Irã, reabriria o Estreito de Ormuz e compraria aviões e…

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A curva de juros futuros encerrou a sessão desta sexta-feira, 15 de maio, em alta generalizada, refletindo a liquidação de ativos no exterior e a crescente incerteza no cenário político doméstico. Movimento na curva de DI O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 avançou 4 pontos-base, encerrando a 14,235% ante 14,190% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 subiu 17 pontos-base, para 14,165%, enquanto o vencimento de longo prazo, janeiro de 2036, ganhou 15 pontos-base, fechando a 14,260%. Pressão vinda do exterior Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries também dispararam. O yield do papel…

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