O Banco Safra atualizou a carteira recomendada de dividendos para junho de 2026. A principal mudança foi a saída de Vibra Energia (VBBR3) e a inclusão de Marcopolo (POMO4).
Segundo o relatório, apesar do bom desempenho operacional da Vibra e do setor de combustíveis, o fluxo recente de notícias tornou o cenário mais volátil, enquanto muitos investidores já estariam posicionados no papel. Já a entrada da Marcopolo é justificada pela expectativa de aumento nas vendas de ônibus, motivada pela necessidade de renovação da frota nacional.
Composição da carteira
O portfólio, com peso igual de 10% para cada ativo, passa a ser formado pelas seguintes ações:
- Allos (ALOS3) – dividend yield estimado de 12,1%; cotação de R$ 28,21 em 30/04/2026;
- Caixa Seguridade (CXSE3) – 7,7%; R$ 17,71;
- Itaúsa (ITSA4) – 9,2%; R$ 12,92;
- Bradesco (BBDC4) – 8,7%; R$ 17,70;
- Petrobras (PETR4) – 8,6%; R$ 42,00;
- Vale (VALE3) – 7,6%; R$ 82,82;
- Cury (CURY3) – 7,8%; R$ 31,73;
- CPFL (CPFE3) – 7,9%; R$ 43,39;
- Marcopolo (POMO4) – 8,3%; R$ 6,06;
- Copel (CPLE3) – 6,1%; R$ 14,56.
Desempenho em maio
Em maio, a carteira de dividendos do Safra recuou 5,82%. No mesmo período, o Índice Dividendos (IDIV) caiu 7,62% e o Ibovespa teve baixa de 7,22%.
Com as mudanças, o banco mantém a estratégia de buscar empresas com potencial de distribuição de proventos acima da média do mercado, aliando previsibilidade de fluxo de caixa e fundamentos operacionais sólidos.