O Ibovespa iniciou a segunda-feira, 18 de maio de 2026, em queda e chegou a 176.122,81 pontos às 15h30, baixa de 0,68% em relação ao fechamento anterior. O índice bateu mínima de 175.929,55 pontos às 15h23.
A retração foi puxada principalmente por Vale (VALE3), que recuava 1,84%, cotada a R$ 81,30, e pelos grandes bancos, enquanto Petrobras (PETR4) subia 0,99%, a R$ 45,91. Entre as instituições financeiras, Itaú (ITUB4) caía 0,76%, para R$ 39,39.
Indicadores domésticos pesam
O mercado reagiu ao Relatório Focus, que elevou a projeção da taxa Selic para dezembro de 2026 de 13,00% para 13,25% e apontou nova alta das expectativas para o IPCA. Além disso, o IBC-Br de março mostrou queda de 0,67% frente a fevereiro, resultado pior que o previsto por analistas.
Cenário externo
No exterior, seguem no radar as negociações entre Estados Unidos e Irã. Mais cedo, agências internacionais noticiaram a possibilidade de suspensão temporária das sanções petrolíferas norte-americanas contra Teerã, o que provocou volatilidade nos preços do petróleo.
Dólar e juros
No mercado de câmbio, o dólar à vista recuava 1% e era negociado a R$ 5,00 às 15h25. As taxas de juros futuros mostravam alívio moderado após a abertura, refletindo o comportamento da moeda norte-americana e o movimento dos Treasuries no exterior.
Imagem: Equipe Mey Times
Maiores altas e quedas do índice
Entre as principais variações do Ibovespa, Copasa (CSMG3) avançava 4,76% após o Tribunal de Contas de Minas Gerais autorizar o prosseguimento da oferta de ações vinculada à privatização. Na ponta negativa, Marisa (AMAR3) caía mais de 7% após divulgar prejuízo no primeiro trimestre.
Com informações de Money Times