Autor: Carlos Oliveira

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Redator do Rendaon, especializado em conteúdos sobre finanças, investimentos, mercados e renda extra. Produz conteúdos claros e informativos para ajudar os leitores a compreender melhor o cenário financeiro e tomar decisões mais conscientes.

O dólar à vista avançou 0,41% nesta terça-feira (7) e encerrou o pregão cotado a R$ 5,1528, refletindo a decisão do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos de revogar a autorização que permitia a comercialização de petróleo proveniente do Irã. Movimento global da moeda Perto das 17h (horário de Brasília), o índice DXY — que compara o dólar a seis divisas de referência, como euro e libra — registrava alta de 0,21%, atingindo 101.058 pontos, indicando fortalecimento generalizado da moeda norte-americana no exterior. Tensões no Oriente Médio A medida adotada por Washington ocorre em meio à escalada de conflitos na…

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Os principais índices de Nova York fecharam em baixa nesta terça-feira, 7 de julho, pressionados pela realização de lucros em papéis ligados à inteligência artificial e pela disparada dos preços do petróleo em meio à escalada das tensões no Oriente Médio. Mesmo depois de renovar máxima histórica intradiária aos 53.289,30 pontos, o Dow Jones inverteu o sinal e terminou o dia com queda de 0,25%, aos 52.924,62 pontos. O S&P 500 cedeu 0,45%, para 7.503,83 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 1,16%, encerrando a sessão em 25.818,69 pontos. Escalada no petróleo Os contratos de petróleo avançaram mais de 5% após o…

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O Ibovespa encerrou esta terça-feira (7) em baixa de 0,25%, aos 172.020,68 pontos. A queda acompanhou o movimento negativo de Wall Street, mas foi parcialmente contida pela valorização da Petrobras, impulsionada pela alta do petróleo no mercado internacional. O dólar à vista avançou 0,41% e fechou a R$ 5,1528. Petrobras em destaque As ações ordinárias da estatal (PETR3) subiram 2,65%, cotadas a R$ 42,96, enquanto os papéis preferenciais (PETR4) ganharam 1,77%, para R$ 38,44. O movimento refletiu a alta de 3,01% do Brent para setembro, a US$ 74,16 o barril, após o Tesouro dos Estados Unidos proibir a venda de…

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As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) aceleraram na reta final do pregão desta terça-feira (7) e encerraram o dia em alta, reagindo ao anúncio de que os Estados Unidos revogaram a autorização que permitia a venda de petróleo iraniano. Por volta do fechamento dos negócios, o DI para janeiro de 2028 marcava 14,14% ao ano, avanço de 10 pontos-base em relação ao ajuste anterior, de 14,043%. No trecho mais longo da curva, o DI para janeiro de 2035 subiu 5 pontos-base, para 14,37%, frente aos 14,321% do último fechamento. Até poucos minutos antes da notícia sobre Washington e…

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São Paulo, 7 de julho de 2026 – O Morgan Stanley revisou suas recomendações para o setor de petróleo na América Latina. Em relatório divulgado nesta terça-feira (7), o banco elevou a classificação da Prio (PRIO3) para “overweight” – equivalente a compra – e manteve a Petrobras (PETR4) entre as principais apostas da carteira. Premissas de preço do Brent revisadas Os analistas ajustaram a curva do Brent para US$ 75 por barril no curto prazo e US$ 70 no longo prazo. A mudança levou a cortes médios de 8% nas projeções de Ebitda das companhias cobertas para 2026 e de…

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São Paulo, 7 de julho de 2026 (terça-feira), 4h50 – Os preços do petróleo registram alta superior a 1% nesta manhã, após os operadores reduzirem o peso das recentes tensões no Oriente Médio e concentrarem-se na recomposição da oferta global e nas perspectivas de consumo. Às 4h49 (horário de Brasília), o contrato Brent subia US$ 0,97 (+1,35%), a US$ 72,96 o barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI) avançava US$ 0,90 (+1,31%), para US$ 69,45. Na sessão anterior, ambos haviam fechado próximos aos níveis observados antes do conflito com o Irã. Mercado monitora equilíbrio entre oferta e demanda Segundo Tim…

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O Ibovespa iniciou a sessão desta terça-feira (7) atento a indicadores de atividade no Brasil e ao desempenho do comércio exterior norte-americano. A divulgação do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de junho, que mostrou deflação de 0,79% — maior que a esperada pelo mercado (-0,60%) —, dividiu espaço com dados de produção e venda de veículos no país e com o saldo da balança comercial dos Estados Unidos. Mercado futuro e câmbio Logo após a abertura, às 9h, o contrato futuro do Ibovespa (WINQ26) recuava 0,04%, a 174.445 pontos, mas virou para alta minutos depois, alcançando 175.350…

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Os principais mercados acionários da Ásia terminaram a sessão desta terça-feira (7) no campo negativo. O destaque foi o Kospi, de Seul, que caiu 4,91%, encerrando o dia aos 7.656,31 pontos, depois de ter recuado até 8% durante o pregão. Entre as blue chips sul-coreanas, Samsung Electronics recuou 6,92%. A companhia estimou alta de 19 vezes no lucro operacional do segundo trimestre, mas, segundo o analista Kim Seok-hwan, da Mirae Asset, investidores estrangeiros aproveitaram para realizar ganhos recentes e rebalancear carteiras. A também fabricante de memória SK Hynix perdeu 6,06%. Analistas apontam que os papéis ligados à inteligência artificial vêm…

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Os investidores iniciam a terça-feira (7) atentos às audiências conduzidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que avalia a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. O debate ocorre no âmbito da Seção 301 da legislação comercial norte-americana, que investiga alegadas práticas consideradas prejudiciais aos interesses dos EUA, como favorecimento ao Pix, acordos comerciais preferenciais, questões de etanol, desmatamento, corrupção e pirataria. Mercados internacionais O setor de tecnologia volta a ditar o humor externo. Em Seul, as ações da Samsung recuaram até 9% após a companhia projetar lucro recorde para o segundo trimestre,…

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A XP Investimentos divulgou a nova composição da sua carteira recomendada para julho, com 16 papéis. Entre as mudanças, Rede D’Or (RDOR3) entra no portfólio, enquanto Copel (CPLE3) deixa a lista após forte valorização recente. Principais ajustes Rede D’Or foi adicionada por ser considerada líder de mercado em hospitais e saúde suplementar, com expectativa de ganho contínuo de participação e expansão de margens graças à maturação de ativos e à aquisição da SulAmérica. O peso de Orizon (ORVR3) passou de 2,5% para 5%. Para a XP, o mercado ainda não refletiu totalmente o valor gerado pela operação com a Vital,…

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