O BTG Apolo FICFIDC, fundo de investimento em direitos creditórios administrado pela BTG Pactual Asset Management, registrou valorização de 18,97% entre abril de 2025 – data de estreia – e o fim de junho de 2026. O retorno equivale a 117% da variação do CDI no mesmo período.
Estratégia em crédito estruturado
Lançado com a proposta de ampliar o acesso de investidores ao mercado de crédito estruturado, o fundo aposta na diversificação de operações e na análise criteriosa de riscos. A carteira busca fontes de retorno fora dos instrumentos tradicionais de renda fixa, reduzindo exposição a um único emissor ou setor.
Em pouco menos de 18 meses de operação, o Apolo alcançou aproximadamente R$ 1,6 bilhão sob gestão. A equipe utiliza a capacidade de originação do BTG Pactual para estruturar operações que, segundo o banco, raramente chegam ao público geral.
Contexto de mercado
O segmento de crédito estruturado vem crescendo no país. Dados da Anbima indicam que, em 2025, as ofertas públicas desse tipo de ativo somaram R$ 838,8 bilhões, alta de 6,4% sobre 2024.
Nesse cenário, o fundo entregou rentabilidade anualizada de CDI + 2,67% desde a criação. Embora o desempenho passado não garanta resultados futuros, a evolução reforça o apelo de FIDCs para investidores que buscam superar o CDI.
Indústria em expansão
Projeções de mercado apontam que o patrimônio total dos FIDCs pode avançar de R$ 594 bilhões para R$ 2,8 trilhões até 2030, o que tende a consolidar a classe como uma das principais vias de investimento em crédito privado no Brasil.
Fundos de investimento não contam com garantia do administrador, do gestor ou do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), e é recomendável consultar prospecto e regulamento antes de aplicar recursos.
Com informações de Money Times