A Embraer ainda não detecta reflexos imediatos da guerra nos seus resultados ou no interesse de clientes. A avaliação foi feita pelo presidente da companhia, Francisco Gomes Neto, durante teleconferência de divulgação de resultados.
De acordo com o executivo, não houve cancelamento de encomendas nem solicitação de adiamento de entregas. “Não identificamos nenhuma queda de interesse em nossas campanhas de vendas”, afirmou.
Gomes Neto reconheceu que o aumento no preço do petróleo pressiona os custos das companhias aéreas e pode influenciar planos de expansão ou renovação de frota. Mesmo assim, sustenta que a fabricante brasileira está “bem posicionada” diante desse cenário, principalmente por causa do jato E2.
Segundo o CEO, o modelo é considerado o mais eficiente no segmento de aeronaves de pequeno porte e corredor único, característica que tem despertado atenção de potenciais clientes em meio ao encarecimento do combustível. “Observamos cada vez mais interesse nesse produto”, declarou.
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Diante dessas condições, a Embraer mantém uma postura que o executivo descreveu como “cautelosamente otimista” para as próximas campanhas de venda do E2.
Com informações de InfoMoney
